Wednesday, August 13, 2008
September 2008
July 2008
Home
Subscribe to:
Posts (Atom)
About Me
hipergheto
View my complete profile
Encarniçado, Editora Baleia, 2004
A gaveta transparente
Abel Martin - Antonio Machado
Alberto da Cunha Melo
Allex Leilla
Bruno Garschagen
Café Molotov
Carlos Alberto Montaner
Carlos Machado
Claudia Barral
Coisas de idiota
Cronópios
Dicta e Contradicta
Diego Barreto
Edmundo Brandão
Escritoras Suicidas
Estante Virtual
Garganta da Serpente
George Cardoso
Germina
Glauco Mattoso
Goeldi
Grecia Antiga
Ingrid Klinkby
Janer Cristaldo
Jorge Rocha
Jornal de Poesia
Malagueta
Marcelino Freire
Meira Penna
Mário Bortolotto
Nelson Magalhães Filho
O indivíduo
Olavo de Carvalho
Paulo Henriques Britto
Paulo Polzonoff
Person Araújo
Person Araújo 02
Poesía en Español
Poesía Español
Portal Literal
Pqp-Bach. O pensador Selvagem.
Rafael Rodrigues
Rascunho
Reinaldo Azevedo
Renata Miloni
Ronaldo Bressane
Rosalía de Castro
Sandro Ornellas
Sopa de Poesia
Textos Tradicionales
Todo Tango
Verbo 21
W. A. Mozart
Wunderblogs
Zeca de Magalhães
Blog Archive
►
2009
(5)
►
January
(5)
Caros e caras, este blog muda de endereço, agora é...
A DERRADEIRA Posto que mês nenhum será lembrado,...
[Depois de cantar um canto irresistível] Depois ...
Recebi de Alexandre o seguinte comentário: Esse s...
▼
2008
(47)
►
December
(4)
DAS ELEGIAS: DIDÁTICA O áspero poema? Não mais q...
Foto: Edmundo Brandão.
Foto Edmundo Brandão.
O autor da foto é Edmundo Brandão, com link a...
►
November
(3)
O ESPAÇO E A SUA PORTA I Aqui nessa estrada aut...
PEQUENO ORATÓRIO Meu coração, pobre capela, tão...
[A hidra inesgotável...] A hidra inesgotável, est...
►
October
(4)
NOTURNO DO VALE DO CANELA O corpo agitado da cida...
Os poucos visitantes deste blogue sabem que aqui e...
NA MANHÃ DA QUEDA Na manhã da queda, Deus meu, o...
Uma canção antiga. CANÇÃO PÂNICA Mancha momen...
►
September
(5)
O mal comum – doméstico e público, vulgaridade que...
PEQUENAS CONFISSÕES DOIS ESTADOS QUE NÃO SE MISTU...
ORAÇÃO A MEIO CAMINHO Onde pude errar, errei, fo...
Temos uma tendência arbitrária, porém inata, para ...
▼
August
(1)
►
July
(3)
"É difícil fazer compreender, está visto - e já nã...
DAS ELEGIAS: RESOLUTA Estos días azules y este so...
A DERRADEIRA Posto que mês nenhum será lembrado,...
►
June
(4)
ESTAMPA 01 Sempre falta alguma coisa feito saída...
DAS ELEGIAS: MNEMÔNICA Este vento-infância que s...
SOL ABSOLUTO Setembro castigava quase ao fim do ...
A GRUTA E O MORRO Para Antonio Machado & Mário Vi...
►
May
(6)
Todos aqueles que se acham escritores ou pretensos...
MONOMEMÓRIA Herdou um rio e algumas serras, e um...
VENTO E VEREDA Andamentos I Minha vida toda foi ...
ARTE DE AMAR Se queres sentir a felicidade de am...
DAS ELEGIAS: REMATE A quem importa, senão a ti, ...
DAS ELEGIAS: COMPASSIVA Tarefa nenhuma é fácil pa...
►
April
(9)
2 – O presente engana, minha querida, parece tra...
CANÇÕES 1 - A vida, amor meu, não descansa, a p...
DAS ELEGIAS: DIDÁTICA O áspero poema? Não mais q...
DAS ELEGIAS: TRÍPLICE 1 – Com o corpo crescem a...
LXXXVIII Tal vez la mano, en sueños, del sembrado...
9 – Para Alessandra. Nem o diamante é imóvel. Na...
“Há sutilezas que nunca se condensam em fumo, got...
O PRIMEIRO MORTO Não houve um Éden. A carne é ...
Algumas pessoas me pediram que republicasse o poem...
►
March
(3)
PARA ALESSANDRA Enquanto chove a saudade é líqui...
O sol-síntese na gota que explode na palma abert...
DAS ELEGIAS: NUA É no meio da vida o homem mais ...
►
February
(3)
NA AFLITIVA Para irmão Brito e irmão Aurelino in m...
Gene 02 Vivência Da Venda – Da Venda – (arames, ...
MENOS UM Para Zeca de Magalhães, in memoriam. E...
►
January
(2)
►
2007
(37)
►
December
(6)
►
November
(1)
►
October
(3)
►
September
(1)
►
August
(4)
►
July
(5)
►
June
(4)
►
May
(5)
►
April
(1)
►
March
(4)
►
February
(3)
►
2006
(4)
►
November
(1)
►
October
(2)
►
September
(1)