Sunday, September 21, 2008

O mal comum – doméstico e público, vulgaridade que é força e não debilidade, feito erva ruim infensa ao jardineiro mais hábil – é que é a labuta mais ranheta. Adianta extirpá-lo pela raiz? O barro de que somos feitos é fértil demais para essa invulgar renitência. Convive-se. E alguns só pensam em podá-lo quando sua ramificação já se tornou intolerável para a fachada externa. A grande manada é cega para o matagal.

3 comentários:

paulo de toledo said...

e aí, jão, como tá?
passei pra ver as novas novidades.
mande notícias.
abrações

anjobaldio said...

Cara, muito bom, como sempre. Ah, voltei para dar aulas de pintura na EBA/UFBA. Se tiver um tempo dá uma passada lá prá gente colocar o papo em dia. Grande abraço.

George Cardoso said...

Sodade, meu irmão Jão!
Como estás? Espero em breve ir à Soterópolis, te ver, conversarmos, resenhar essa cidade...
Encontrei com Marcelino esses dias em BH, pois ele teve aqui lançando livro novo.
Voltei a escrever no endereço: www.armengue.wordpress.com
Um abraço pra ti e outro pra Állex.
geo